Editorial
Rafael Berlese de Matos Dourado
Capa – Os 100 anos de Chico Xavier
Lucia Maria Silva de Andrade
Mensagem na íntegra – Matéria de capa
Por dentro do IEE
Maurício Ferreira Romão
Curiosidade sobre Chico
José Luiz Mendieta Filho
Vai acontecer
Matéria Especial Chico
Sandra Dourado
Palestras
Programação
Expediente
Ed. 06 - Editorial
por Rafael Berlese de Matos Dourado
vice-presidente do Instituto Espírita de Educação
Um presente para Chico Xavier
Este ano comemora-se o centenário de nascimento de Chico Xavier – o médium da luz. E, por isso, diversos órgãos do movimento espírita preparam eventos a fim de divulgar seu exemplo de vida, bem como os ensinamentos da doutrina espírita.
Nós que somos beneficiados por tantos esclarecimentos contidos nas mais de 400 obras que ele psicografou ao longo de 70 anos de prática mediúnica, gostaríamos de propor ao leitor uma questão:
Qual o melhor presente que podemos dar a ele no seu aniversário?
Relembrando sua biografia luminosa, identificamos uma existência repleta de exemplos de humildade, fé inabalável na providência divina, simplicidade, caridade, amor incondicional ao próximo, disponibilidade para servir e a determinação para vencer a si mesmo, superando limitações, preconceitos e incompreensões de toda a ordem.
Assim, o melhor presente que podemos dar a este espírito superior é seguir seu exemplo, buscando diariamente:
• Agir com humildade e respeito aos nossos semelhantes;
• Viver com simplicidade, desapegando-nos de tudo o que seja ilusão da matéria;
• Aproveitar todas as oportunidades que Deus nos concede para praticar a caridade conforme Jesus nos ensinou, sem alarde e sem esperar retribuição;
• Exercitar o amor incondicionalmente, através do perdão e do auxílio
àquele que se encontre em dificuldade;
• Estar disponível para servir, lembrando de que a misericórdia divina nos
oportuniza diariamente situações onde podemos ser úteis e fazer o bem;
• E finalmente, o mais difícil, a determinação e a disciplina para vencer
a nós mesmos: nossas fraquezas, imperfeições, maus hábitos, tudo
aquilo que ainda atrasa a nossa evolução espiritual.
De outra forma, devemos estudar e divulgar a extensa lista de obras mediúnicas psicografadas pelo Chico, pois sabemos que o plano espiritual superior utilizou esta bibliografia para expandir a divulgação da doutrina espírita em todo o mundo.
O Instituto Espírita de Educação tem como proposta fundamental o estudo, a prática e a divulgação da doutrina espírita codificada por Allan Kardec, por meio de uma série de atividades desenvolvidas há 60 anos na capital paulista.
Assim desejamos convidar o prezado leitor a engajar-se nestas atividades nas áreas doutrinária, filantrópica e de educação, onde você poderá conhecer a doutrina espírita, cuja proposta fundamental é o esclarecimento e o consolo, caminhos capazes de nos propiciar o conhecimento de nós mesmos, uma vivência harmônica com os nossos semelhantes e por conseqüência o progresso rumo à perfeição, nosso destino divino.
Como reflexão final, deixamos uma bela mensagem de Chico Xavier, endereçando a ele nosso pensamento de gratidão e reconhecimento.
Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou,
De acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes
Com as tuas necessidades, nem mais,
nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste
espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são as almas que atraíste,
com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais,
buscas, expulsas, modificas tudo aquilo
que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes...
São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta,
Busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e
fazer um novo começo,
Qualquer Um pode Começar agora e fazer um Novo Fim.
Índice Ed. 06
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Ed. 06 – Capa – Os 100 anos de Chico Xavier
Por Lucia Maria Silva de Andrade
Nesta edição, aproveitando a proximidade da data de nascimento (02 de abril de 1910) do incansável trabalhador espírita, agora na espiritualidade, Francisco Cândido Xavier, conhecido como “Chico Xavier – um cisco de Deus”, teremos uma matéria todinha sobre ele, abordando a sua importância como pessoa e como colaborador do plano espiritual, mitigando as dores e sofrimentos daqueles que o procuravam em busca de consolo e palavras de esperança.
Chico Xavier viveu seus 92 anos no limite, com um pé na terra e outro no além. Fechou os olhos e colocou no papel poemas, crônicas e mensagens. Em 2002, o médium que foi eleito um dos brasileiros mais importantes do século XX, encerrou sua missão.
Crença religiosa à parte, é impossível não se impressionar com a vida de Francisco Cândido Xavier. Desde menino, algo de especial já podia ser percebido. E ao longo de sua vida, diversos episódios surpreendentes aconteceram.
Chico Xavier foi um personagem único da nossa história. Seus principais atributos foram a solidariedade, a tolerância, a paciência e o trabalho.
Um homem que construiu sua trajetória movida por três forças poderosas: o sentido de missão (divulgar a doutrina espírita e praticar a caridade), o sentido de doação (Chico abriu mão de tudo, de ganhos materiais e da própria privacidade, para cumprir sua missão) e o sentido de aceitação (ele sempre encarou doenças e outros obstáculos como oportunidades de crescimento e superação).
Chico receitava a todos que o procuravam, muitas vezes em desespero, um remédio poderoso: “ajuda o outro e você vai estar se ajudando”.
Mediunidade abençoada
Tenho exemplo pessoal da importância dele na minha família, conforme depoimento das minhas cunhadas, com o recebimento da mensagem de meu sogro em Uberaba depois de um ano de seu falecimento.
Para melhor compreensão dos fatos, citarei brevemente a composição familiar de meu marido (para ler a mensagem na íntegra, consultem o livro Vitória – psicografado por Chico Xavier, na autoria de Elias Barbosa e diversos espíritos, incluindo meu sogro João Reis de Andrade no capítulo 09).
João Reis de Andrade, natural de Alfenas, em Minas Gerais, nascido em 17 de abril de 1913, era motorista de táxi na cidade de Apucarana, no Paraná. Casou-se com Benedicta Villas Boas de Andrade, costureira, nascida em Itapiratiba (SP) no dia 09 de abril de 1918. Tiveram 10 filhos, sendo seis meninas e quatro meninos.
No ano de 1975, fevereiro, mês de carnaval, minha sogra estava em São Paulo, acompanhada de sua irmã Jaci, para visitar uma tia que estava muito mal de saúde. João havia ficado na cidade com os outros filhos e fazia as corridas de táxi, partindo do seu ponto localizado na Praça Central (Praça Rui Barbosa).
Naquela tarde, três rapazes, solicitaram-lhe uma corrida até Campo Mourão (cidade distante aproximadamente 100 km de Apucarana). Preocupado com a hora, João passou em sua casa para avisar que faria uma corrida longa e partiu com os homens.
Passaram-se horas e João não aparecia... No outro dia, pela manhã, seus familiares apreensivos, resolveram alertar a polícia, não sem antes avisar os colegas de trabalho que também ficavam na praça. Saíram todos em busca dele.
No terceiro dia depois de intensas buscas o corpo foi encontrado por um lavrador em uma plantação de soja (perto de Campo Mourão), já em estado de decomposição e com sinais de facadas e de degola. Benedicta já havia sido avisada do desaparecimento dele e tinha retornado a Apucarana.Podem imaginar a tristeza da família? Foi um período muito duro, em que perceberam quem eram realmente os verdadeiros amigos. A superação de perda, a dor e a angústia tornavam distante a recuperação da família.
Recebendo a mensagem de conforto
Passaram-se os meses, algumas pessoas do centro espírita local organizaram uma caravana até Uberaba para visitar o centro do Chico.
Benedicta foi acompanhada de sua filha caçula Vilmer e alguns amigos, que já tinham ido outras vezes até lá. Vilmer, ao chegar ao centro, sentiu uma grande emoção, principalmente por ver quantas pessoas esperavam notícias dos parentes que os precederam à espiritualidade.
”Lá já havia mais de trezentas pessoas no local para vê-lo e quem sabe poder falar com ele [Chico]. Havia uma fila imensa, para cumprimentá-lo. De repente uma senhora sai lá de trás e vai ao encontro do Chico dizendo que precisava falar com ele.
Foi acalmada, amparada e levada para sala de passe. A fila prosseguiu. Quando chegou a minha vez, ele perguntou o nome do filho mais velho e do mais novo. Na vez de minha mãe, ele disse que uma senhora estava próxima dela e que se denominava Irmã Cândida.
Enquanto o Chico era cumprimentado, os médiuns na mesa liam o Evangelho. Encerrada a leitura, Chico foi para a mesa e começou a psicografar. Fui tomada de uma esperança de que seria meu pai dando a mensagem.
Dª. Nadir, uma amiga, falou que não era para avisarmos minha mãe para não lhe dar esperanças, pois ela já estava ali pela segunda vez em busca de notícias de sua filha e poderia acontecer o mesmo conosco,decepcionando minha mãe.
Quando começou a leitura da mensagem não tive dúvidas! Enchi-me de coragem e pedi que minha mãe fosse aproximada da mesa. A emoção tomou conta de todos! Aí não vi mais a noite passar”, conta Vilmer. (leia a mensagem na íntegra neste blog).
Relata ainda que a mensagem trouxe bastante conforto à família e principalmente ajudou a acalmar os corações das pessoas que os rodeavam e esperavam uma reação de revanche, o que não iria acontecer, uma vez que iriam colocar em prática os princípios que o pai lhes ensinara a vida inteira: o perdão e a confiança no Pai que está em toda parte.
“(...) aceitei aqueles dois irmãos por amigos que não podiam conhecer que eu, com mais de sessenta anos, tinha na retaguarda uma esposa, filhos e filhas, genros e noras e netos que adorava. Se soubessem quanto amor brilhava em meu coração, creio que tudo estaria bem. Mas a dívida busca o devedor com endereço exato. A Lei me considerava em débito e graças a Deus resgatei compromissos grandes. Rogo a vocês considerarem tudo na paz de Deus, com a Benção de Deus. O ódio não conduz a caminhos que nos possam trazer qualquer benefício e para nós reservou-nos Jesus tanto amor que somente o amor deve clarear nossa memória (...)” João Reis.
Vanderci, outra filha do casal, professora universitária e pesquisadora científica, também comprova a veracidade da mensagem, por meio de seu depoimento.
“Não fui com a minha mãe à Uberaba, mas, na volta, ela e a Vílmer passaram por Sertanópolis e mostraram a carta. Eu e meu marido Francisco nos emocionamos muito. Os meninos ainda eram muitopequenos. Ao ler a carta, como pesquisadora, busquei indícios de que não teria sido transmissão de pensamento de minha mãe para o Chico: mas as referências aos assassinos, a dívida contraída, as lágrimas e inconformismo de minha mãe, o desejo de vingança, e os amigos espirituais que o receberam, tudo isso para mim, deixou evidente a veracidade da mensagem, além disso, a assinatura do meu pai era muito parecida”, conta.
Um breve relato da mensagem: ”sempre disse em casa que Deus me faria uma benção se tivesse que deixar meu corpo em serviço e aconteceu como eu previra. Aqueles nossos estudos e comentários em torno da prece e reencarnação me auxiliaram nos momentos mais duros de atravessar”.
Agradecimento da família ao Chico e ao plano espiritual
Podemos concluir então, que é uma benção ou merecimento o fato de ter notícias do lado de lá e agradecer ao plano espiritual por estar sempre auxiliando-nos e amparando-nos.Somos muito gratos ao Chico pelo seu carinho e dedicação ao próximo no período terreno e sabemos que, de onde estiver, estará trabalhando e trabalhando e trabalhando...
”O dia de ontem já passou, hoje está saindo de foco, amanhã será outro dia e depois, muito depois, para nós que desejamos a você uma existência longa junto de todos os nossos, será o reencontro, a vida sem separação” - João Reis de Andrade – Uberaba – 1976.
Realmente, minha sogra, Benedicta, foi para o plano espiritual no dia 18 de dezembro de 2008, depois de 34 anos do desenlace do esposo João Reis.
Queridos leitores agradeço a vocês também pela paciência e carinho ao ler esta matéria que foi escrita com tanto amor. Que Deus, nosso Pai, nos proteja e nos dê forças para superar os obstáculos com resignação e fé. Até a próxima!

Se nós pudéssemos colocar uma legenda na frente de cada conjunto residencial, de cada cidade, de cada aldeia, de cada metrópole, de cada grande capital do progresso humano, se nós pudéssemos e
tivéssemos bastante autoridade para isso, escolheríamos aquela frase de Nosso Senhor Jesus Cristo quando Ele nos disse: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.”
Francisco Cândido Xavier
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Nesta edição, aproveitando a proximidade da data de nascimento (02 de abril de 1910) do incansável trabalhador espírita, agora na espiritualidade, Francisco Cândido Xavier, conhecido como “Chico Xavier – um cisco de Deus”, teremos uma matéria todinha sobre ele, abordando a sua importância como pessoa e como colaborador do plano espiritual, mitigando as dores e sofrimentos daqueles que o procuravam em busca de consolo e palavras de esperança.
Chico Xavier viveu seus 92 anos no limite, com um pé na terra e outro no além. Fechou os olhos e colocou no papel poemas, crônicas e mensagens. Em 2002, o médium que foi eleito um dos brasileiros mais importantes do século XX, encerrou sua missão.
Crença religiosa à parte, é impossível não se impressionar com a vida de Francisco Cândido Xavier. Desde menino, algo de especial já podia ser percebido. E ao longo de sua vida, diversos episódios surpreendentes aconteceram.
Chico Xavier foi um personagem único da nossa história. Seus principais atributos foram a solidariedade, a tolerância, a paciência e o trabalho.
Um homem que construiu sua trajetória movida por três forças poderosas: o sentido de missão (divulgar a doutrina espírita e praticar a caridade), o sentido de doação (Chico abriu mão de tudo, de ganhos materiais e da própria privacidade, para cumprir sua missão) e o sentido de aceitação (ele sempre encarou doenças e outros obstáculos como oportunidades de crescimento e superação).
Chico receitava a todos que o procuravam, muitas vezes em desespero, um remédio poderoso: “ajuda o outro e você vai estar se ajudando”.
Mediunidade abençoada
Tenho exemplo pessoal da importância dele na minha família, conforme depoimento das minhas cunhadas, com o recebimento da mensagem de meu sogro em Uberaba depois de um ano de seu falecimento.
Para melhor compreensão dos fatos, citarei brevemente a composição familiar de meu marido (para ler a mensagem na íntegra, consultem o livro Vitória – psicografado por Chico Xavier, na autoria de Elias Barbosa e diversos espíritos, incluindo meu sogro João Reis de Andrade no capítulo 09).
João Reis de Andrade, natural de Alfenas, em Minas Gerais, nascido em 17 de abril de 1913, era motorista de táxi na cidade de Apucarana, no Paraná. Casou-se com Benedicta Villas Boas de Andrade, costureira, nascida em Itapiratiba (SP) no dia 09 de abril de 1918. Tiveram 10 filhos, sendo seis meninas e quatro meninos.
No ano de 1975, fevereiro, mês de carnaval, minha sogra estava em São Paulo, acompanhada de sua irmã Jaci, para visitar uma tia que estava muito mal de saúde. João havia ficado na cidade com os outros filhos e fazia as corridas de táxi, partindo do seu ponto localizado na Praça Central (Praça Rui Barbosa).
Naquela tarde, três rapazes, solicitaram-lhe uma corrida até Campo Mourão (cidade distante aproximadamente 100 km de Apucarana). Preocupado com a hora, João passou em sua casa para avisar que faria uma corrida longa e partiu com os homens.
Passaram-se horas e João não aparecia... No outro dia, pela manhã, seus familiares apreensivos, resolveram alertar a polícia, não sem antes avisar os colegas de trabalho que também ficavam na praça. Saíram todos em busca dele.
No terceiro dia depois de intensas buscas o corpo foi encontrado por um lavrador em uma plantação de soja (perto de Campo Mourão), já em estado de decomposição e com sinais de facadas e de degola. Benedicta já havia sido avisada do desaparecimento dele e tinha retornado a Apucarana.Podem imaginar a tristeza da família? Foi um período muito duro, em que perceberam quem eram realmente os verdadeiros amigos. A superação de perda, a dor e a angústia tornavam distante a recuperação da família.
Recebendo a mensagem de conforto
Passaram-se os meses, algumas pessoas do centro espírita local organizaram uma caravana até Uberaba para visitar o centro do Chico.
Benedicta foi acompanhada de sua filha caçula Vilmer e alguns amigos, que já tinham ido outras vezes até lá. Vilmer, ao chegar ao centro, sentiu uma grande emoção, principalmente por ver quantas pessoas esperavam notícias dos parentes que os precederam à espiritualidade.
”Lá já havia mais de trezentas pessoas no local para vê-lo e quem sabe poder falar com ele [Chico]. Havia uma fila imensa, para cumprimentá-lo. De repente uma senhora sai lá de trás e vai ao encontro do Chico dizendo que precisava falar com ele.
Foi acalmada, amparada e levada para sala de passe. A fila prosseguiu. Quando chegou a minha vez, ele perguntou o nome do filho mais velho e do mais novo. Na vez de minha mãe, ele disse que uma senhora estava próxima dela e que se denominava Irmã Cândida.
Enquanto o Chico era cumprimentado, os médiuns na mesa liam o Evangelho. Encerrada a leitura, Chico foi para a mesa e começou a psicografar. Fui tomada de uma esperança de que seria meu pai dando a mensagem.
Dª. Nadir, uma amiga, falou que não era para avisarmos minha mãe para não lhe dar esperanças, pois ela já estava ali pela segunda vez em busca de notícias de sua filha e poderia acontecer o mesmo conosco,decepcionando minha mãe.
Quando começou a leitura da mensagem não tive dúvidas! Enchi-me de coragem e pedi que minha mãe fosse aproximada da mesa. A emoção tomou conta de todos! Aí não vi mais a noite passar”, conta Vilmer. (leia a mensagem na íntegra neste blog).
Relata ainda que a mensagem trouxe bastante conforto à família e principalmente ajudou a acalmar os corações das pessoas que os rodeavam e esperavam uma reação de revanche, o que não iria acontecer, uma vez que iriam colocar em prática os princípios que o pai lhes ensinara a vida inteira: o perdão e a confiança no Pai que está em toda parte.
“(...) aceitei aqueles dois irmãos por amigos que não podiam conhecer que eu, com mais de sessenta anos, tinha na retaguarda uma esposa, filhos e filhas, genros e noras e netos que adorava. Se soubessem quanto amor brilhava em meu coração, creio que tudo estaria bem. Mas a dívida busca o devedor com endereço exato. A Lei me considerava em débito e graças a Deus resgatei compromissos grandes. Rogo a vocês considerarem tudo na paz de Deus, com a Benção de Deus. O ódio não conduz a caminhos que nos possam trazer qualquer benefício e para nós reservou-nos Jesus tanto amor que somente o amor deve clarear nossa memória (...)” João Reis.
Vanderci, outra filha do casal, professora universitária e pesquisadora científica, também comprova a veracidade da mensagem, por meio de seu depoimento.
“Não fui com a minha mãe à Uberaba, mas, na volta, ela e a Vílmer passaram por Sertanópolis e mostraram a carta. Eu e meu marido Francisco nos emocionamos muito. Os meninos ainda eram muitopequenos. Ao ler a carta, como pesquisadora, busquei indícios de que não teria sido transmissão de pensamento de minha mãe para o Chico: mas as referências aos assassinos, a dívida contraída, as lágrimas e inconformismo de minha mãe, o desejo de vingança, e os amigos espirituais que o receberam, tudo isso para mim, deixou evidente a veracidade da mensagem, além disso, a assinatura do meu pai era muito parecida”, conta.
Um breve relato da mensagem: ”sempre disse em casa que Deus me faria uma benção se tivesse que deixar meu corpo em serviço e aconteceu como eu previra. Aqueles nossos estudos e comentários em torno da prece e reencarnação me auxiliaram nos momentos mais duros de atravessar”.
Agradecimento da família ao Chico e ao plano espiritual
Podemos concluir então, que é uma benção ou merecimento o fato de ter notícias do lado de lá e agradecer ao plano espiritual por estar sempre auxiliando-nos e amparando-nos.Somos muito gratos ao Chico pelo seu carinho e dedicação ao próximo no período terreno e sabemos que, de onde estiver, estará trabalhando e trabalhando e trabalhando...
”O dia de ontem já passou, hoje está saindo de foco, amanhã será outro dia e depois, muito depois, para nós que desejamos a você uma existência longa junto de todos os nossos, será o reencontro, a vida sem separação” - João Reis de Andrade – Uberaba – 1976.
Realmente, minha sogra, Benedicta, foi para o plano espiritual no dia 18 de dezembro de 2008, depois de 34 anos do desenlace do esposo João Reis.
Queridos leitores agradeço a vocês também pela paciência e carinho ao ler esta matéria que foi escrita com tanto amor. Que Deus, nosso Pai, nos proteja e nos dê forças para superar os obstáculos com resignação e fé. Até a próxima!
Se nós pudéssemos colocar uma legenda na frente de cada conjunto residencial, de cada cidade, de cada aldeia, de cada metrópole, de cada grande capital do progresso humano, se nós pudéssemos e
tivéssemos bastante autoridade para isso, escolheríamos aquela frase de Nosso Senhor Jesus Cristo quando Ele nos disse: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.”
Francisco Cândido Xavier
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Ed. 06 – Mensagem na íntegra – Matéria de capa
QUERIDA BENEDITA, SEMPRE QUERIDA DITA ESPOSA E COMPANHEIRA
“Não preciso dizer “até logo”, porque pelo pensamento estamos e continuaremos sempre juntos”
Meu primeiro pensamento é o da prece. Agradecer a Deus esses minutos. Vejo você com a nossa Vilmer e com nossos amigos e embora não me vejam com os olhos, em companhia de meu pai Marcírio e do irmão Villas Boas, ao lado de outros companheiros, estou presente, na ânsia de ganhar tempo e aproveitar os momentos na escrituração desta carta. Não escrevo sozinho. Ainda não tenho experiência bastante para comandar um lápis assim, com tanta rapidez. Mas penso e falo por dentro de mim com você e com auxílio de amigos daqui tenho a idéia de que lanço minhas idéias e palavras no papel, tocando com meus dedos um aparelho elétrico que não sei descrever. digo isso para tranquilizá-los. Se procurassem por mim nas letras, seria difícil o encontro. Para isso eu teria que me sentar como em nossa casa e fazer anotações muito vagarosas. O meio de que me utilizo é a Providência que disponho, e rendo graças a Deus por isso.
Minha velha, não chore. A tempestade passou. Vilmer ajude seu pai a estancar este poço de lágrimas que, a princípio, quase não pude suportar sem enlouquecer. Felizmente a luz de nossa fé estava brilhando. Sempre disse em casa que Deus me faria uma benção se tivesse que deixar meu corpo em serviço e aconteceu como eu previra. Aqueles nossos estudos e comentários em torno da prece e reencarnação me auxiliaram nos momentos mais duros de atravessar.
Penso que não deveria tocar no assunto, mas tenho consentimento para isso, porque não desejo pensamentos de mágoa contra ninguém. Aqueles dois companheiros no carro não seriam os executores das Leis de Deus?
O carro era meu instrumento de trabalho, a riqueza do pai de família, simples e feliz , que sempre fui. Naturalmente quando me senti despojado da máquina que valia tanto e que ajudava a sustentar a família, quis reagir, reclamar...
Hoje não tenho memória para dizer os detalhes da ocorrência, mas lembro-me de que um golpe me retirou qualquer faculdade de reação. Orei, reclamando vocês todos, esposa querida e filhos meus!
Sabia porém, que havia soado a hora, a hora que ninguém espera e sempre chega... tentei pedir clemência e dizer que entregava tudo, mas me poupassem a vida, no entanto a voz não saía mais. Notei que mãos vigorosas me deitavam numa plantação que me oferecia repouso. No íntimo sabia que não me achava distante de Campo Mourão, no entanto a situação em que me achava não me permitia senão apelar a Deus e seus mensageiros, porque dentro de mim, adivinhava que o corpo era uma vestimenta que não mais me serviria para o trabalho. Adormeci, pensando na família e procurando esquecer qualquer sentimento que me azedasse as idéias. recordei todas as lições que tivemos e vivíamos juntos e aceitei aqueles dois irmãos por amigos que não podiam conhecer que eu, com mais de sessenta anos, tinha na retaguarda uma esposa, filhos e filhas, genros e noras e netos que adorava. Se soubessem quanto amor brilhava em meu coração, creio que tudo estaria bem. Mas a dívida busca o devedor com endereço exato. A Lei me considerava em débito e graças a Deus resgatei compromissos grandes. Rogo a vocês considerarem tudo na paz de Deus, com a Benção de Deus. O ódio não conduz a caminhos que nos possam trazer qualquer benefício e para nós reservou-nos Jesus tanto amor que sómente o amor deve clarear nossa memória. A princípio fui conduzido para um hospital em que o amigo espiritual Dr. Leocádio me prestou imensos serviços. Não sei se vocês se recordam que minha família, em minha infância, se referia ao Padre Vítor de Três Pontas, como sendo um benfeitor. Pois ao lado de meu pai, ele também foi para mim um amigo e benfeitor, cuja dedicação assinalo.
As lembanças de casa, de começo, me faziam sofrer muito. Queria ver você, querida esposa, e ver nossos filhos, mas a cabeça doía e para pensar corretamente, precisava muito esforço. Ouvía tudo o que se passava no lar, porque o meu sentimento não se desligava, até que suas orações no dia dezessete de abril, com as meninas, me tocaram o coração de tal modo que a memória se fez lúcida, sempre mais lucida. Fui até a casa em companhia dos benfeitores que me protegem e pude ver com que carinho me recordavam o aniversário, você, minha velha, falava em meus sessenta e três anos como se eu estivesse alí sob o nosso telhado para uma festa. Festa de saudade e de pranto, mas enfeitada nas orações que a família me endereçava. horei muito, eu que rogo a vocês não chorarem, mas é que a alegria do resgate havido me confortava, embora as dificuldades da existência material, a dívida fora saldada e agradeci como agradeço agora as provas por nossas bênçãos. Vou bem e continuarei melhor com as bênçãos de Jesus, para ser-lhes mais útil.
A todos os nossos, com os dez filhinhos à frente, o meu abraço de reconhecimento.
Nossa Vilmer abraçará as irmãs e o nosso Valdisnei abraçará os irmãos por mim. Não tenho memória para repetir todos os nomes de nossa gente porque a lista ficaria incompleta, caso tentasse um esforço para todos enumerar, mas peço a Vanderci abraçar por mim aos genros e noras e com um beijo aos queridos netos.
Querida Benedita, nossa querida companheira, fique tranquila, daqui posso trabalhar e ajudar a você nas tarefas de cada dia.
Não se esqueça, Deus está por nós e com Deus por nós tudo seguirá muito bem.
A irmã Cândida, Maria Cândida e o irmão Villas Boas estão presentes e abraçam também a você com carinho e gratidão de que sou portador.
Agora faço ponto. Devo desejar a todos paz e fé em Deus.
Querida Benedita, sempre querida Benê, recebe com a nossa querida Vilmer e com todos os nossos, muito amor e muito reconhecimento de seu velho.
O dia de ontem já passou, hoje está saindo de foco, amanhã será outro dia e depois, muito depois, para nós que desejamos a você uma existência longa junto de todos os nossos, será o reencontro, a vida sem separação.
Não preciso dizer até logo”, porque pelo pensamento estamos e continuaremos sempre juntos.
Para você, esposa e companheira querida, o coração e a vida do esposo, sempre seu velho e seu companheiro reconhecido.
JOÃO REIS DE ANDRADE - Uberaba, 09.07.76
(Mensagem recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier)
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Ed. 06 – Por dentro do IEE
por Maurício Ferreira Romão
O principal objetivo da pesquisa era descobrir o grau de satisfação dos frequentadores com o IEE, além de entender melhor suas características e seus interesses em futuras atividades.
Foi feito uma pesquisa descritiva de satisfação, utilizando-se do método quantitativo. Através de um questionário com 35 perguntas numa amostra de 135 respondentes, todos coletados pessoalmente nos intervalos de cursos, palestras e demais atividades, conseguiu-se um nível de confiança de 95%.
O perfil dos nossos frequentadores
A pesquisa mostrou que o número de frequentadores do IEE está crescendo, pois, cerca de 42% possuem menos de 1 anos de casa, enquanto quase a metade (48%) dos respondentes possuem mais de 2 anos conosco.
A grande maioria (68%) assiste às nossas palestras, seguidas dos passes. Nossos cursos e eventos vêm em seguida na preferência das atividades com 28% de adesão em cada um. Desta forma, temos 66% das pessoas vindo toda semana ao IEE (uma vez) e 30% vindo duas vezes por semana.
A grande maioria dos nossos frequentadores é de mulheres (67%) e jovens, pois mais de 70% dos entrevistados tem menos de 50 anos.
As Avaliações
Perguntamos sobre o grau de satisfação em relação ao IEE e sobre a qualidade dos cursos e palestras oferecidos. Praticamente 90% dos respondentes acham que as palestras são bem preparadas e que os professores são bons e atenciosos, e ainda tivemos 100% das respostas avaliando a localização como boa.
Os principais interesses
Mais da metade dos respondentes gostariam de ver mais palestras sobre o evangelho e sobre as obras básicas de Kardec. Alguns (30%) sentem falta de alguma atividade, sugerindo a educação infantil, novos horários para cursos e mais atividades filantrópicas.
Perguntamos, também, sobre o interesse na participação em projetos sociais, e 85% responderam que possuem a intenção de participar. Destes, 42% gostariam de atividades ligadas ao apoio a crianças, seguidas de alfabetização de adultos.
Apesar disso, somente 12% participam hoje das nossas atividades, sendo que alguns já participam desse tipo de atividade em outrascasas, mas 64% ainda não tiveram oportunidade de participar deste tipo de ação. Estes números demonstram que temos bastante oportunidade de integrarmos ainda mais nossos frequentadores, oferecendo espaço para uma maior participação.
Nossos eventos foram também bem avaliados, com bom grau de participação. A festa junina foi a mais frequentada (36%), seguida dos seminários, da festa de natal e da feijoada, todos com quase 25% de participação. Nosso Jornal, com menos de um ano, já tem uma audiência de 75%, com aprovação de todos.
Finalmente perguntamos o grau de satisfação com o IEE e obtivemos a nota máxima, ou seja, 100% dos entrevistados estão satisfeitos com o IEE.
Esta pesquisa passa a ser, então, um excelente guia para nossas futuras atividades. Conhecer o nosso público, suas características, suas necessidades e seus interesses são fundamentais para construção de uma casa cada vez mais acolhedora e gostosa de frequentar.
Vamos em busca de proporcionar cada vez mais oportunidades para nossos frequentadores. Muitos são novos e precisam de uma boa acolhida. Muitos são trabalhadores de longa data que podem contribuir e muito para o nosso aprimoramento. Juntos, com muita vontade e bastante experiência, podemos construir um futuro promissor. Futuro baseado na educação, que é parte fundamental da nossa missão, abrangendo nossas crianças, jovens e adultos, como queremos todos nós, formando cidadãos do mundo com formação moral espírita, afinal somos o Instituto Espírita de Educação.
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Você e o IEE
Em outubro de 2009, a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), por meio de suas alunas Beatriz Modolin e Letícia Moreira, orientadas pela professora Vanessa Molina, realizaram uma pesquisa de marketing no nosso Instituto Espírita de Educação.O principal objetivo da pesquisa era descobrir o grau de satisfação dos frequentadores com o IEE, além de entender melhor suas características e seus interesses em futuras atividades.
Foi feito uma pesquisa descritiva de satisfação, utilizando-se do método quantitativo. Através de um questionário com 35 perguntas numa amostra de 135 respondentes, todos coletados pessoalmente nos intervalos de cursos, palestras e demais atividades, conseguiu-se um nível de confiança de 95%.
O perfil dos nossos frequentadores
A pesquisa mostrou que o número de frequentadores do IEE está crescendo, pois, cerca de 42% possuem menos de 1 anos de casa, enquanto quase a metade (48%) dos respondentes possuem mais de 2 anos conosco.
A grande maioria (68%) assiste às nossas palestras, seguidas dos passes. Nossos cursos e eventos vêm em seguida na preferência das atividades com 28% de adesão em cada um. Desta forma, temos 66% das pessoas vindo toda semana ao IEE (uma vez) e 30% vindo duas vezes por semana.
A grande maioria dos nossos frequentadores é de mulheres (67%) e jovens, pois mais de 70% dos entrevistados tem menos de 50 anos.
As Avaliações
Perguntamos sobre o grau de satisfação em relação ao IEE e sobre a qualidade dos cursos e palestras oferecidos. Praticamente 90% dos respondentes acham que as palestras são bem preparadas e que os professores são bons e atenciosos, e ainda tivemos 100% das respostas avaliando a localização como boa.
Os principais interesses
Mais da metade dos respondentes gostariam de ver mais palestras sobre o evangelho e sobre as obras básicas de Kardec. Alguns (30%) sentem falta de alguma atividade, sugerindo a educação infantil, novos horários para cursos e mais atividades filantrópicas.
Perguntamos, também, sobre o interesse na participação em projetos sociais, e 85% responderam que possuem a intenção de participar. Destes, 42% gostariam de atividades ligadas ao apoio a crianças, seguidas de alfabetização de adultos.
Apesar disso, somente 12% participam hoje das nossas atividades, sendo que alguns já participam desse tipo de atividade em outrascasas, mas 64% ainda não tiveram oportunidade de participar deste tipo de ação. Estes números demonstram que temos bastante oportunidade de integrarmos ainda mais nossos frequentadores, oferecendo espaço para uma maior participação.
Nossos eventos foram também bem avaliados, com bom grau de participação. A festa junina foi a mais frequentada (36%), seguida dos seminários, da festa de natal e da feijoada, todos com quase 25% de participação. Nosso Jornal, com menos de um ano, já tem uma audiência de 75%, com aprovação de todos.
Finalmente perguntamos o grau de satisfação com o IEE e obtivemos a nota máxima, ou seja, 100% dos entrevistados estão satisfeitos com o IEE.
Esta pesquisa passa a ser, então, um excelente guia para nossas futuras atividades. Conhecer o nosso público, suas características, suas necessidades e seus interesses são fundamentais para construção de uma casa cada vez mais acolhedora e gostosa de frequentar.
Vamos em busca de proporcionar cada vez mais oportunidades para nossos frequentadores. Muitos são novos e precisam de uma boa acolhida. Muitos são trabalhadores de longa data que podem contribuir e muito para o nosso aprimoramento. Juntos, com muita vontade e bastante experiência, podemos construir um futuro promissor. Futuro baseado na educação, que é parte fundamental da nossa missão, abrangendo nossas crianças, jovens e adultos, como queremos todos nós, formando cidadãos do mundo com formação moral espírita, afinal somos o Instituto Espírita de Educação.
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Ed. 06 – Curiosidade sobre Chico
por: José Luiz Mendieta Filho
Dizem que Chico era extremamente bem-humorado. Contava piadas, era rápido nos trocadilhos. Nunca estava sisudo, tinha sempre um leve sorriso, mesmo nas horas mais difíceis. O lendário bom humor de Chico Xavier é outra das razões que explicam seu carisma.
Mesmo diante da morte ele fazia piadas. Uma vez, voando de avião em meio a uma tempestade, ele se pôs a gritar em pânico. Seus acompanhantes, incrédulos, perguntaram se ele, entre todas as pessoas do mundo, tinha medo de morrer. “Medo não tenho, mas também não tenho pressa”, disse o médium.
Fonte: Revista Época, edição de março de 2010.
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Dizem que Chico era extremamente bem-humorado. Contava piadas, era rápido nos trocadilhos. Nunca estava sisudo, tinha sempre um leve sorriso, mesmo nas horas mais difíceis. O lendário bom humor de Chico Xavier é outra das razões que explicam seu carisma.
Mesmo diante da morte ele fazia piadas. Uma vez, voando de avião em meio a uma tempestade, ele se pôs a gritar em pânico. Seus acompanhantes, incrédulos, perguntaram se ele, entre todas as pessoas do mundo, tinha medo de morrer. “Medo não tenho, mas também não tenho pressa”, disse o médium.
Fonte: Revista Época, edição de março de 2010.
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Ed. 06 – Vai acontecer
Espiritismo na nova novela da Globo
A Doutrina Espírita será tema da próxima novela das seis na Globo. Elizabeth Jhin é autora da novela “ALÉM DA VIDA”, que terá como protagonista o ator Humberto Martins, um pai atormentado pelo espírito desencarnado do filho (Jayme Matarazzo Filho) morto em um acidente e que volta do umbral para atrapalhar a vida amorosa do pai que se apaixonará perdidamente por sua ex-namorada (Nathália Dill).
O tema será a obsessão e a lei de causa e efeito. A novela começará a ser apresentada
em abril/2010.
Qual a contribuição de uma novela da rede globo para a divulgação da Doutrina Espírita, para quem não conhece nada sobre o Espiritismo? ENORME!!!
Chico Xavier - O filme
O filme mais aguardado do momento, sobre a vida do maior médium espírita do século XX, será lançado em 2 de abril.
O ator Nelson Xavier (67 anos), interpreta o líder espiritual no cinema, com direção de Daniel Filho.
1ª Feira do Livro Espírita no IEE
Será lançada no IEE a primeira feira de livros espíritas, onde serão apresentadas inúmeras obras sobre o tema.
Ela terá inicio no dia 5 de abril e irá até o dia 30 do mesmo mês.
O endereço é: Rua Leopoldo Couto Magalhães, 695 - Itaim Bibi
Para maiores informações ligue para (11) 3167 6333.
Dia 11 de abril - domingo- 9 às 12 h
Em comemoração aos 100 anos de nascimento do médium Chico Xavier, haverá um evento aberto à máxima participação popular, a ser realizado em São Paulo, no Parque Ibirapuera e em diversas regiões de São Paulo, simultaneamente.
Programação - 1 hora de apresentações artisticas, palestras curtas e depoimentos ligados ao testemunho de abnegação e dedicação do querido Chico e finalização nos últimos 15 minutos com uma vibração pela paz mundial.
Várias cidades irão também promover seus eventos, entre elas, São Paulo, Araçatuba, Bauru, Sorocaba, Ribeirão Preto e São José dos Campos.
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A Doutrina Espírita será tema da próxima novela das seis na Globo. Elizabeth Jhin é autora da novela “ALÉM DA VIDA”, que terá como protagonista o ator Humberto Martins, um pai atormentado pelo espírito desencarnado do filho (Jayme Matarazzo Filho) morto em um acidente e que volta do umbral para atrapalhar a vida amorosa do pai que se apaixonará perdidamente por sua ex-namorada (Nathália Dill).
O tema será a obsessão e a lei de causa e efeito. A novela começará a ser apresentada
em abril/2010.
Qual a contribuição de uma novela da rede globo para a divulgação da Doutrina Espírita, para quem não conhece nada sobre o Espiritismo? ENORME!!!
Chico Xavier - O filme
O filme mais aguardado do momento, sobre a vida do maior médium espírita do século XX, será lançado em 2 de abril.
O ator Nelson Xavier (67 anos), interpreta o líder espiritual no cinema, com direção de Daniel Filho.
1ª Feira do Livro Espírita no IEE
Será lançada no IEE a primeira feira de livros espíritas, onde serão apresentadas inúmeras obras sobre o tema.
Ela terá inicio no dia 5 de abril e irá até o dia 30 do mesmo mês.
O endereço é: Rua Leopoldo Couto Magalhães, 695 - Itaim Bibi
Para maiores informações ligue para (11) 3167 6333.
Dia 11 de abril - domingo- 9 às 12 h
Em comemoração aos 100 anos de nascimento do médium Chico Xavier, haverá um evento aberto à máxima participação popular, a ser realizado em São Paulo, no Parque Ibirapuera e em diversas regiões de São Paulo, simultaneamente.
Programação - 1 hora de apresentações artisticas, palestras curtas e depoimentos ligados ao testemunho de abnegação e dedicação do querido Chico e finalização nos últimos 15 minutos com uma vibração pela paz mundial.
Várias cidades irão também promover seus eventos, entre elas, São Paulo, Araçatuba, Bauru, Sorocaba, Ribeirão Preto e São José dos Campos.
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