ed.21-Mensagem Especial

"Irmãos queridos,
Diante dessa crise que se abate sobre o nosso povo, em face dessa onda de pessimismo que toma conta dos brasileiros, frente aos embates que o país atravessa, nós, os seus companheiros, trazemos na noite de hoje a nossa mensagem de fé, de coragem e de estímulo.
Estamos irradiando-a para todas as reuniões mediúnicas que estão sendo realizadas neste instante, de norte a sul do Brasil. Durante vários dias estaremos repetindo a nossa palavra, a fim de que maior número de médiuns possa captá-la. Cada um destes que sintonizar nesta faixa vibratória dará a sua interpretação, de acordo com o entendimento e a gradação que lhe forem peculiares.
Estamos convidando todos os espíritas para se engajarem nesta campanha.
Há urgente necessidade de que a fé, a esperança e o otimismo renasçam nos corações.
A onda de pessimismo, de descrédito e de desalento é tão grande que, mesmo aqueles que estão bem intencionados e aspirando realizar algo de construtivo e útil para o país, em quaisquer níveis, veem-se tolhidos em seus propósitos, sufocados nos seus anseios, esbarrando em barreiras quase intransponíveis.
É preciso modificar esse clima espiritual. É imperioso que o sopro renovador de confiança, de fé nos altos destinos de nossa nação, varra para longe os miasmas do desalento e do desânimo.
É necessário abrir clareiras e espaços para que brilhe a luz da esperança. Somente através de esperança conseguiremos, de novo, arregimentar as forças de nosso povo sofrido e cansado.
Os espíritas não devem engrossar as fileiras do desalento. Temos o dever inadiável de transmitir coragem, infundir ânimo, reaquecer esperanças e despertar a fé!
Ah! a fé no nosso futuro!
A certeza de que estamos destinados a uma nobre missão no conserto dos povos, mas que a nossa vacilação, a nossa incúria podem retardar. Responsabilidade nossa. Tarefa nossa. Estamos cientes de tudo isto e nos deixamos levar pelo desânimo, este vírus de perigo inimaginável.
O desânimo e seus companheiros, o desalento, a descrença, a incerteza, o pessimismo, andam juntos e contagiam muito sutilmente, enfraquecendo o indivíduo, os grupos, a própria comunidade. São como o cupim a corroer, no silêncio, as estruturas.
Não raras vezes, insuflado por mentes em desalinho, por inimigos do progresso, por agentes do caos, esse vírus se expande e se alastra, por contágio, derrotando o ser humano antes da luta.
Diante desse quadro de forças negativas, tornam-se muito difíceis quaisquer reações. Portanto, cabe aos espíritas o dever de lutar pela transformação deste estado geral. Que cada centro, cada grupo, cada reunião promova nossa campanha. Que haja uma renovação dessa psicosfera sombria e que as pessoas realmente sofredoras e abatidas pelas provações, encontrem em nossas casas um clima de paz, de otimismo e de esperança!
Que vocês levem a nossa palavra a toda parte. Aqueles que possam fazê-lo transmitam-na através dos meios de comunicação. Precisamos contagiar o nosso movimento com estas forças positivas, a fim de ajudarmos efetivamente o nosso país a crescer e a caminhar no rumo do progresso.
São essas forças que impelem o indivíduo ao trabalho, a acreditar em si mesmo, no seu próprio valor e capacidade. São essas forças que o levam a crer e lutar por um futuro melhor.
Meus irmãos, o mundo não é uma nau à matroca. Nós sabemos que “Jesus está no leme” e que não iremos soçobrar.
Basta de dúvidas e incertezas que somente retardam o avanço e prejudicam o trabalho. Sejamos solidários, sim, com a dor de nosso próximo. Façamos por ele o que estiver ao nosso alcance. Temos o dever indeclinável de fazê-lo, sobretudo transmitindo o esclarecimento que a doutrina espírita proporciona.
Mas também, que a solidariedade exista em nossas fileiras, para que prossigamos no trabalho abençoado, unidos e confiantes na preparação do futuro de paz, por todos almejada.
E não esqueçamos de que, se o Brasil “é o coração do mundo”, somente será a “pátria do evangelho” se este evangelho estiver sendo sentido e vivido por cada um de nós”.

Eurípedes Barsanulfo
Mensagem recebida no Centro Espírita “Jesus no Lar”.
Médium - Suely Caldas Schubert.


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ed.21-Assuntos em família

Sueli Ines Arruda Issa


VIVENDO EM SOCIEDADE
O que fazemos com tudo que observamos, percebemos ou sentimos sobre como as coisas andam, como está a vida no bairro, na cidade, no mundo?
Normalmente comentamos com amigos, vizinhos, familiares, nas filas que com constância pegamos (banco, padaria, supermercado...). Desabafamos nossas perplexidades, nossa raiva, nossa indignação. Que alívio. Estamos prontos a partir daí para vivermos e sentirmos tudo novamente. E o ciclo continua, se mantém e se autoalimenta.
Nada muda, tudo permanece como está. Delegamos as mudanças a serem feitas para os outros. Somos experts na crítica e na cobrança. E na ação?
Esquecemos com muita facilidade que viver é estar em constante mudança. Cada experiência nova nos modifica, traz pontos novos e importantes para uma reflexão.
Nossa visão sobre o mundo se altera ao longo da nossa história pessoal e com certeza se alterará a cada etapa vivida. Isto é, se quisermos ter este trabalho e disposição para as reflexões e ações que esta vida nos oferece. E isto não ocorre só individualmente, e sim também no grupo, na comunidade, na família, na vizinhança.
Pensando desta forma retomo uma experiência importante ocorrida aqui em São Paulo e que alguns de vocês provavelmente tomaram conhecimento através dos jornais, TV e Rádio.
Duas pessoas percebendo a situação que todos vivemos em relação à segurança e ecologia resolveram convidar síndicos de prédios vizinhos ao delas para uma conversa a respeito destes temas. Elaboraram uma carta e entregaram-na em cada Edifício (aproximadamente oito ruas, formando um quadrilátero no Itaim Bibi), convidando-os para uma reunião.
E assim, em março de 2009, a reunião aconteceu e dela surgem objetivos, metas e providencias quanto à segurança e reciclagem.
Em agosto de 2009, a parceria com a Polícia Militar foi feita e desta, surgiram palestras (2 vezes ao ano) para os funcionários dos edifícios envolvidos, dadas pela PM no intuito de orientá-los em como estarem atentos à segurança própria e dos condôminos, assim como outras orientações importantes.
Surgiu também a idéia, dada pela PM, de implantação de rádios entre os edifícios, pelos quais os funcionários se comunicam, entre si, sobre eventuais atitudes ou fatos suspeitos.
A noção de comunidade passou a se estabelecer e a ser vivenciada. Não se pensa só em si, mas no outro também. Assim surgiu o projeto “Vizinhança Solidária”, que permanece ativo desde aquela época.
No dia 26 de junho o Governo do Estado de São Paulo lançou o “Vizinhança Solidária” também para bares e restaurantes do Itaim Bibi.
Ficam aqui a reflexão e o convite para a ação. A política está no dia-a-dia, porque ela está na comunidade, diz o filósofo Mário Sérgio Cortella. Quando deixamos de lado as diferenças e conseguimos nos organizar, ficamos mais fortes e podemos fazer muito mais.
Vamos lá?

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ed.21-Matéria Doutrinária

Glaucia Savin

A LEI DE SOCIEDADE


Não existe moral na solidão.
O isolamento brutaliza as pessoas e as tornam insensíveis aos outros. Aprendi isto quando ainda era estudante de direito e fui fazer um estágio na penitenciária do Estado (para o desespero de minha mãe).
Ao me interessar pela estrutura penitenciária, acabei aprendendo que os presos desenvolviam um código social próprio e que a ausência de compromisso com os outros gerava a brutalização do comportamento desses indivíduos, que perdiam até mesmo hábitos já consolidados como, por exemplo, o uso de talher para comer. Como o único utensílio permitido era a colher, não era raro ver indivíduos comendo com as mãos.
Essa situação chamou a minha atenção, porque, pensava eu, se a finalidade da pena era a de ressocializar o indivíduo, um sistema que o distancia de convívios sadios e de hábitos sociais, dificilmente vai atingir seu objetivo.
Mas o que fazer com o indivíduo que transgride as regras da sociedade em que vive? Confesso que, mesmo tendo voltado as minhas atenções para outra área do direito, esta questão nunca me abandonou e faz parte das minhas reflexões.
Hoje, ao escrever este texto, não posso deixar de me lembrar dessa impressão tão vívida e da certeza que adquiri de que nos desenvolvemos quando compartilhamos nosso caminho com pessoas melhores do que nós. Talvez, até mesmo, por sermos orgulhosos e porque não gostamos de nos sentir piores em relação aos outros.
Além disto, somos seres gregários e gostamos de nos identificar com o grupo ao qual pertencemos. A convivência, portanto, nos modifica e acentua as nossas qualidades e, se deixarmos, as nossas imperfeições também.
Mas por que viver em sociedade é importante para nós?
Exatamente porque o nosso desenvolvimento requer aprendizado. E, convenhamos, é muito mais fácil e rápido aprender com alguém do que termos que descobrir tudo sozinhos.
Não é à toa que a Lei de Sociedade se relaciona, de maneira intrínseca, com a Lei de Progresso.
A sociedade evolui mais acentuadamente na medida em que seus membros atuam de forma mais coesa e solidária. Nenhuma corporação, instituição, ou mesmo, um time de futebol, consegue êxito se cada um só trabalhar em prol de seus próprios interesses, sem colaborar e compartilhar suas descobertas e conquistas com os demais integrantes da equipe.
O desenvolvimento nos compele a compartilhar e, para isto, temos que olhar para o outro. Temos que descobrir a importância de alguém, além de nós mesmos. E isto, nos confere aquilo que podemos chamar de senso de alteridade.
A descoberta do outro nos auxilia a compreender melhor quem somos nós. E, com isto, vamos notando diferenças, hábitos, gostos e comportamentos que nos agradam ou não e, a partir disto, moldamos os nossos valores.
Percebemos que há, sim, pessoas diferentes de nós e aprendemos a nutrir sentimentos por elas. Sofremos, amamos, nos preocupamos e nos alegramos por outros.
Esse convívio nos afasta da solidão, que se manifesta quando indivíduo vive voltado exclusivamente  para dentro de si, construindo em seu pequeno ego uma fortaleza particular.
Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, condena o isolamento, por considerar que é um ato de egoísmo. E é mesmo. Mas, além disto, o isolamento é um ato de desperdício porque a humanidade é muito rica, e aquele que se priva do contato com outras pessoas (porque vai dar trabalho, porque vai ter que saber o que falar, porque vai ter que ouvir outras histórias, porque vai ter que contar a sua vida...) acaba perdendo a parte mais bacana da vida: a incrível descoberta das diferenças. Aquele que deixa de ouvir uma história perde a narrativa de outras paisagens, outras perspectivas e, às vezes, até um amigo.
A convivência, além de nos ensinar a comer com garfo e faca, nos faz lidar melhor com as outras pessoas e, com isto, acabamos nos identificando com alguém aqui, com outro comportamento acolá. Com tudo que aprendemos, vamos, pouco a pouco, definindo melhor quem somos.
É isto. Definimo-nos a partir do outro e é por isto, por sermos tão próximos e tão parecidos, apesar das diferenças, é que conseguimos sentir piedade, misericórdia e amor. Esse princípio, chamado de interdependência, está presente na psicologia, nos estudos da linguagem, na sociologia e na antropologia. O desenvolvimento humano não pode prescindir da interação entre os indivíduos.
Isto equivale dizer que sem o outro não podemos nos afirmar como humanos.
A sociedade nos ensina que o nosso “eu” está no outro, tanto quanto o “outro” está em nós. É isto que nos torna incrivelmente humanos; é isto nos faz indissociavelmente irmãos.

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ed.21-Programação

Sandra Dourado, Esterlita Moreira e Maria Inez Batista Araújo

Doutrinária
Curso de iniciação ao estudo do espiritismo
Oferece ao aluno conhecimentos básicos da doutrina espírita, para que ele possa ingressar nos cursos de Educação Mediúnica ou de Evangelho. Quartas-feiras das 15h às 16h30 e das 20h às 21h30.
Curso de educação mediúnica
Visa educar e treinar o médium através de estudo e do exercício da prática mediúnica, proporcionando segurança no processo das manifestações espirituais.
1º e 2º ano, quartas-feiras das 20h às 22h.
Curso: conhecendo e entendendo o evangelho
O curso nos dá a base para a análise do Evangelho, sobre o prisma científico, filosófico e nos ensina a colocar em prática, no nosso dia a dia, os ensinamentos de Jesus. 1º e 2º ano, quartas-feiras das 20h às 21h30.
Curso de educação espírita para infância e juventude (evangelização)
Sábados das 10 às 11h30 (das 10h às 11h haverá palestra e passe aberta ao público), faixa etária: 3 a 18 anos.
Inscrições permanentes.
Atendimento fraterno
Destinado a qualquer pessoa que procure a casa espírita. Visa esclarecer e orientar, de forma preliminar, sobre o contexto espírita, além de encaminhar para atividades e atendimentos segundo suas necessidades.
Segundas e quintas-feiras às 20h.
Quartas-feiras às 13h.
Palestras e passes
Segundas e quintas às 20h, quartas às 12h e sábados às 10h.

Filantrópica
Curso para gestantes
Informação e acolhimento a gestante, o programa do curso é apresentado em seis encontros por uma equipe multidisciplinar voluntária, composta por profissionais das áreas de psicologia, nutrição, pedagogia, serviço social, educação, fisioterapia e enfermagem. Quartas-feiras, das 15h às 17h. Inscrições abertas.
Oficina de costura, tricô e crochê
Cursos gratuitos para confecção de casaquinhos e mantas para compor o kit enxoval do bebê. Produção de peças para o bazar interno. Terças e quintas, 14h30 às 16h30.
Oficina de artesanato
Produção para o bazar interno.
Terças e quintas, das 14h30 às 16h30.

Educacional
Curso de informática básica I
Quartas e quintas das 19h30 às 21h
e sábados das 10h às 11h. Proporciona a inclusão digital do aluno
Curso de Informática
Introdução à internet
Terças-feiras das 20h às 21h30. Permite acesso à internet e redes sociais.
Curso de inglês
BÁSICO: quartas das 18h50 às 19h50.
INTERMEDIÁRIO: segundas das 18h45
às 19h45. INTERMEDIÁRIO AVANÇADO: quartas das 18h50 às 19h50. Oferece uma aproximação com a língua inglesa, abrindo portas para um mundo globalizado.
Curso de alfabetização para adultos Oficina de leitura e escrita
Terças, quartas e quintas das 14h30
às 16h30. Proporciona a educação básica através do conhecimento das letras e da leitura com interpretação de textos.

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ed.21-Instituições Apoiadas - Lar Vinícius


Lar Vinícius
O Lar Vinícius acolhe crianças carentes, abandonadas, vítimas de violência familiar e/ou em situação de risco que, por decisão judicial, são temporariamente afastadas da família. Durante o período que permanecem em nosso lar, elas são reabilitadas física e emocionalmente, objetivando sua reintegração em família substituta ou biológica, conforme disposição do juiz da Vara da Infância e Juventude.
São três residências com acomodações amplas e asseadas onde as crianças vivem de forma confortável e digna, sob a responsabilidade de uma mãe social e uma auxiliar, que lhes propiciam um ambiente semelhante ao doméstico, com a finalidade de resgatar-lhes o direito à saúde, cultura e dignidade.
Para atendimento das crianças, além da diretoria, temos doze funcionárias remuneradas, sendo quatro mães sociais, três auxiliares, uma mãe social substituta, uma auxiliar de limpeza, uma cozinheira, uma assistente social e uma administradora.
Contamos com voluntários que vão até o Lar Vinicius para dar carinho, recreação, reforço escolar e lazer; profissionais de saúde que, eventualmente,  nos auxiliam no tratamento das nossas crianças e com associados (pessoa física) e empresas que efetuam doações.
Como ajudar?
A manutenção do Lar Vinícius depende de contribuições de seus colaboradores e você também pode ajudar tornando-se um Voluntário e/ou um Associado.
Doações em espécie, mantimentos,  remédios, produtos de higiene e limpeza, roupas, etc. também são muito importantes.
Para conhecer nosso trabalho ou agendar uma visita ligue para (11) 3733-6342, ou acesse:



ed.21-Vai Acontecer

Uma publicação bimestral
Campanha de Natal do IEE
As tradicionais “Sacolinhas” e Kit Enxoval do Bebê 
No mês de outubro será lançada a tradicional campanha das “sacolinhas de Natal” em prol das crianças e adolescentes atendidos pelos projetos do IEE e pelas instituições apoiadas.
A previsão é distribuirmos 400 sacolinhas aos colaboradores e frequentadores da nossa casa para angariarmos brinquedos, roupas e calçados, que serão entregues no mês de dezembro em cada local de atendimento.
A campanha que se inicia na primeira semana de outubro vai até 30 de novembro quando retornam com os itens solicitados na cartinha do Papai Noel.
A partir deste ano, teremos também a campanha do “kit enxoval do bebê” para atender os bebês do projeto gestante do IEE.
Participe!

Filme E A Vida Continua...
Adaptado do livro de André Luiz e psicografado por Chico Xavier, estreia no dia 14 de setembro, com direção e roteiro de Paulo Figueiredo, conta com produção da Versátil Digital e participação especial do ator Lima Duarte


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ed.21-Expediente

Uma publicação bimestral: IEE - Instituto Espírita de Educação

Versão online: www.jornaldoiee.blogspot.com

Rua Professor Atílio Innocenti 669 - Itaim
Bibi - SP - Telefone 11 3167 6333
Editor Chefe: Rafael Berlese de Matos Dourado
Coordenação: Karina Jaccard

Jornalista Responsável:Bárbara Moreira (55.466/SP)
Revisão Geral: Sandra Maria Mello Dourado
Diagramação: Alberto Penteado
Presidente: Maurício Ferreira Agudo Romão
Vice-Presidente: Rafael Berlese de Matos Dourado
Diretoria Doutrinária: Sandra Maria Mello Dourado
Diretoria de Educação: Maria Inez Batista Araujo
Diretoria Filantrópica: Esterlita Moreira
Diretor de Patrimônio: Dálvaro Spinolla
Diretor Financeiro: Luiz Carlos Palma
Vice-Diretor Financeiro: Sérgio Cassano
Primeira Secretária: Lúcia Maria Silva de Andrade

Segunda Secretária: Cláudia Garbini

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